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O RAPAZ DAS ILHAS

24
Jun17

O céu é aqui!

Foto: Direitos Reservados

 

Sentirmo-nos parte da natureza e entrarmos num vulcão adormecido no meio do oceano? Sim, é possível!

 

Eu e a Carolina decidimos dar um passeio de barco aos Ilhéus das Cabras. Somos da Terceira, mas há anos que não íamos, e também podemos (e devemos) armar-nos em turistas na nossa própria ilha. Portanto, tratamos de marcar (devido às Sanjoaninas, festas concelhias de Angra do Heroísmo, ainda conseguimos um desconto de cinco euros em cada bilhete) e toca a andar. 

 

Rapidamente percebemos que foi uma decisão bastante assertiva. 

 

Tivemos a sorte de apanhar um dia excelente e uma equipa extraordinária. O que tornou a coisa perfeita. 

 

Foi-nos dito antes de partirmos para o mar que os Ilhéus das Cabras são um "santuário para algumas aves, como o garajau". Não duvidamos disso, mas a verdadeira prova veio com a chegada ao local. Ouvia-se apenas o mar e as aves. O mar batia muito levemente contra os ilhéus, emitindo um som profundamente inspirador, enquanto que, por sua vez, as várias espécies de aves (só me lembro dos garajaus e gaivotas) vocalizavam de forma natural e, aparentemente, feliz. Aquela oferta que a natureza nos dá e nos faz sentir estranhamente felizes e inspirados. 

 

Já tínhamos entrado em vulcões adormecidos. O que não sabíamos é que num dos ilhéus (o mais pequeno) é possível entrar num vulcão adormecido, com a melhor paisagem do mundo, pelo menos para mim. Trata-se de uma gruta, onde habitam centenas de raias, e onde só se pode entrar de barco (ou a nado, mas talvez não convenha). Segundo nos disse o guia, apenas a empresa que escolhemos entra naquela gruta. E tenho a dizer-vos que foi a melhor coisa que já alguma vez presenciei. O cheiro do mar, a invasão ao coração de um dos vulcões que deram lugar às mais belas ilhas do mundo, a perceção de como é bom estar nos Açores.  

 

Tinha mais para dizer, mas não vale a pena acrescentar muito quando há imagens que, de facto, dizem mais que mil palavras. Deixo-as abaixo para perceberem do que falo. E não as editei propositadamente, para apreciarem a beleza tal como ela é. 

 

PS: E já agora. Se não são dos Açores, venham cá. A sério! Se não gostarem, a agência devolve-vos o dinheiro (não, estou a gozar). 

 

Foto: Direitos Reservados

  Foto: Direitos Reservados

Foto: Direitos Reservados

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Foto: Direitos Reservados

 Foto: Direitos Reservados

 

 

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2 dedos de conversa

PATRÍCIA MATOS em 2 DEDOS DE CONVERSA

Publicado por Rodrigo Pereira em Domingo, 15 de Abril de 2018

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